Mais um maluco neste mundo cheio de insanos,vivendo a vida como mais um,mas querendo ser único.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Cotidiano e afins
sábado, 27 de outubro de 2012
Ser humano e suas dúvidas
domingo, 29 de julho de 2012
Guerra dos sexos
sábado, 4 de fevereiro de 2012
TEMPO, TEMPO, TEMPO.

Um dia, você vai estar sozinha, vai fechar os olhos e tudo estará negro.
Os números da sua agenda passarão claramente na sua frente e você não terá nenhum para discar.
Sua boca vai tentar chamar alguém, mas não haverá alguém solidário o bastante para sair correndo e te dar um abraço, nem te colocar no colo ou acariciar seus cabelos até que o mundo pare de girar.
Nessa fração de segundos, quando seus pés se perderem do chão, você vai lembrar da minha ternura e do meu sorriso infantil.
Virão súbitas memórias gostosas dos meus abraços e beijos, da minha preocupação com você e só vão ter algumas músicas repetindo no seu rádio: as nossas.
Em um novo momento, você vai sentir um aperto no peito, uma pausa na respiração e vai torcer bem forte para ter o nosso mundinho delicioso de novo.
O nome disso é saudade, aquilo que eu tinha tanto e te falava sempre.
E quando você finalmente discar meu número, ele estará ocupado demais, ou nem será mais o mesmo, ou até eu nem queira mais te atender. E se você bater na minha porta, ela estará muito trancada; se aberta, mostrará uma casa vazia.
Seus olhos te ensinarão o que são lágrimas, aquelas que eu te disse que ardiam tanto.
O nome do enjôo que você vai sentir é arrependimento, e a falta de fome que virá chama-se tristeza.
Então, quando os dias passarem e eu não te ligar, quando nada de bom te acontecer e ninguém olhar com meus olhos encantados...
Você encontrará a famosa solidão. A partir daí, o que acontecerá chama-se surpresa.
E, provavelmente, o remédio para todas essas sensações acima...
É o tal do TEMPO que você tanto falava!
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Coração ou Razão? O seu DESTINO está em suas decisões

Eu poderia vir aqui e soltar todo e qualquer clichê para vocês, mas não é disto que estou afim. Tem certas coisas que acontecem - apesar de não acreditar, por mero destino. Na maioria das vezes, este tira de você algo que te corroí, para você sentir-se melhor. Afinal, do que adianta insistir em algo que você tem total ciência que dará errado - não por você, mas sim por equívocos de outra pessoa?
Não, não compensa. Se ligue nisto, crie, um pingo, de amor próprio. Você merece isto, não é? Se você não se amar, quem vai amar vocêê? Que dilema, jovem.
Largar um amor é difícil, deixar um problema de lado, também é.
Vamos fazer uma analogia:
Se você tem um problema e tem alguém querendo te ajudar, você - por orgulho ou qualquer outro sentimento mesquinho, não vai se abrir com a pessoa e buscar uma solução para este problema, você, sim, você, seu ignorante, vai tentar solucionar o problema da sua forma, do seu jeito e não vai sair dele. Sabe por quê? Porque você vai procurar as mesmas soluções, invés, de buscar auxílio, tanto de algum amigo ou de ouvir o seu próprio coração (este seu melhor amigo), você vai insistir no seu método e vai continuar errando. Como consertar algo que está errado, sem mudar a forma de agir, de enfrentar o problema, de criar uma nova estratégia? Não tem.
O que te dou como conselho (aceite ou não haha) ouça seu coração, ele é o melhor amigo, mas, sendo contraditório, quando a razão falar mais alto: CORRA, PORQUE VOCÊ ESTÁ NO CAMINHO ERRADO.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
O que vale a vida?

segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Mulheres e a ilusão
Recentemente comprei a Playboy da Cacau. Ok, mentira, quem ainda compra Playboy? Isso é que nem alugar VHS.
Recentemente vi as fotos da Cacau na Playboy. Online, claro, de qualidade questionável, mas não deixava de ser a participante com o melhor corpo de todos os BBB’s ali, na minha frente, sem roupa. Virou praticamente obrigação de todo Macho-Beta (porque os alphas são os participantes da Nasa da Sedução) passar os olhos pelas fotos de todas as gostosas que estampam as capas da Playboy. É quase como bater ponto na sua sexualidade. Se você não viu e não pode comentar as fotos no bar com os amigos, há fortes tendências de você ser homossexual.
Contudo, cada vez mais Playboys saem, cada vez menos suspiros são dados. A maioria simplesmente passa pelas fotos como se estivesse vendo um anúncio de joias. Indiferente, só conferindo tamanho dos peitos, circunferência da bunda e uma ocasional foto de um pé (típico comportamento dos fotógrafos da Playboy). O problema é que, não sei se pela falta de suspiros ou se pelo simples prazer de usar ferramentar de manipulação fotográfica, as mulheres idealizadas ficam cada vez mais e mais artificiais.
De início, a maioria delas já cresce com o desejo pelo silicone. Desejo esse que só existe porque cada vez mais homens idealizam a mulher perfeita como tendo silicone.
Agora, parem por 5 minutos, você já saiu com uma mulher que tem esses apetrechos inseridos nos seios?
Sim, é bonito de ver. Agora experimente manusear e sinta como se estivesse brincando com uma boia. É duro e completamente artificial, não dá para sequer colocar em pé de comparação com um par de seios naturais. Os seios siliconados são como um brinquedo de Sexshop, com a diferença de que no caso do silicone há uma mulher fingindo ter prazer enquanto você chupa algo que não deveria estar ali. E o mais engraçado, quando ela deita, ficam as duas boias apontando pro teto, quase gritando “hihihi olha como somos esquisitos”.
Será que sou louco por preferir uma mulher de peitos pequenos, porém naturais? Ou seria esse um sintoma de alguém que realmente gosta de mulheres para sair pessoalmente e não para ficar admirando em revistas?
Sou fã das imperfeições. Gosto daquela carninha nas ancas, por exemplo. Sabe por que? Porque as mulheres TÊM carninha nas ancas, exceto por aquelas que aparecem nas capas de revistas. Aliás, até mesmo a maioria delas também têm, mas são “corrigidas” pelo Photoshop. Qual diabos é o problema da carninha? Ela está ali por um motivo. Nesse caso, apertar. Já tentaram apertar algo ali e encontraram o osso da bacia? É sem graça.
Pele não é lisa e perfeita, tem celulite, estria, pintas e uns pêlos que passaram despercebidos. Lógico, iremos sempre adorar uma mulher com menos celulites e estrias, mas isso não significa que tenhamos ojeriza a elas. Se você tem 130 quilos e é absolutamente repleta de celulites e estrias, então ok, eu não serei seu público alvo, pois afinal você quebraria meu quadril na primeira cavalgada, mas tenha a certeza de que há homens que irão querer.
O problema é que as mulheres ficam cada vez mais inseguras, cada vez mais amedrontadas pelo terror que são essas outras mulheres perfeitas que figuram os sonhos masculinos. Vejam essa Lia (ex-BBB 10), por exemplo. O corpo da mulher é escultural, parece mais ter saído do forno há 5 minutos. E realmente saiu, não há absolutamente nada ali que seja natural e, por consequência, sinto mais tesão numa magrelinha sem peito e bunda que nela.
Tem homem que prefere sonhar com uma Ferrari de plástico que sentir prazer em dirigir um Corsa completinho. Desculpe pela objetificação, é que assim fica mais fácil para alguns entenderem.
Essa insegurança feminina reflete nessa insana busca pela “gostosura”. Colocam silicone, fazem lipo, tiram qualquer vestígio de gordurinha, gastam milhares de reais em tratamentos de pele e nunca conseguem se sentir verdadeiramente gostosas. Sabe por que? Falta um homem de verdade para olhá-las de cima abaixo e deixar bem claro o quão gostosas são. Mas como poderiam fazer isso quando se masturbam incansavelmente pensando em Cacau’s e Nicole Bahls’s? Sonhando em um dia chupar aqueles peitões-boias no maior estilo “mascar chiclete com papel”.
Por fim: mulheres, não fiquem inseguras com seus corpos, vocês são maravilhosas do jeito que são. E vocês, palhaços, deixem de ser punheteiros e vivam a realidade.


